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Quase 100 mil projetos e o povo segue refém da criminalidade

  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

Saiu uma matéria mostrando que a Câmara acumula quase 100 mil projetos sobre segurança pública . É proposta que não acaba mais.


E eu pergunto: se tem esse volume todo de projetos, por que a violência só aumenta? Por que o cidadão do bem continua refém da criminalidade?


Eu sempre disse isso: o problema não é falta de proposta. O problema é falta de prioridade. Não pautam o que realmente interessa para a população. Enquanto o povo clama por segurança, discutem nome de ponte, homenagem, título honorário. Isso não salva uma vida.


Eu apresentei 38 propostas voltadas diretamente para enfrentar o crime e proteger o cidadão do bem. Uma PEC e dezenas de projetos de lei tratando de segurança pública com seriedade.


Vou destacar alguns.


A PEC contra a progressão de regime. Sou contra esse sistema que premia criminoso contumaz. O sujeito é condenado, mas sai antes de cumprir a pena integral. Isso desmoraliza a Justiça e alimenta a reincidência. Pena tem que ser cumprida.


O PL do Auxílio Vítima. O Estado costuma olhar para o criminoso, mas esquece quem sofreu o crime. A vítima precisa de apoio financeiro e psicológico. Quem perdeu um familiar para a violência não pode ficar abandonado.


O projeto que determina o uso obrigatório de bloqueadores de sinal em presídios . Hoje o crime é comandado de dentro das cadeias. Isso é inadmissível. Presídio não pode funcionar como central do crime.


E o projeto que tipifica a erotização infantojuvenil nas redes sociais . Estão roubando a infância das nossas crianças. Isso não é liberdade de expressão, é crime e precisa ser tratado como tal.


Esses são apenas alguns exemplos de propostas concretas , objetivas, prontas para serem debatidas e votadas.


Mas ficam paradas.


Enquanto isso, o povo sofre. O comerciante fecha as portas. A mãe enterra o filho. O trabalhador sai de casa sem saber se volta.


Talvez a única solução seja a cobrança da população. Pressão legítima, democrática. Cobrar quem tem poder de pautar. Porque quando há interesse político, projeto anda rápido.


Eu sigo fazendo minha parte. Protocolando, cobrando, lutando. Não fui eleito para fazer política simbólica. Fui eleito para enfrentar o crime e defender o cidadão do bem.


E assim continuarei.

 
 
 

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